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REFORMANDO A POLÍTICA.

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Uma verdadeira reforma eleitoral no Brasil sempre foi tema de debates, mas nunca encontrou ressonância no Congresso Nacional, que sempre preferiu fazer remendos e casuísmos. O motivo é claro: a nenhum político que detenha mandato no atual sistema eleitoral interessa uma mudança. Os últimos escândalos (mensalão, sanguessugas, caso renan, etc.), aumentou a revolta conta o atual sistema. As ultimas decisões do Poder Judiciário (S.T.F. e S.T.E) sobre a fidelidade partidária são motivo de vergonha para os congressistas brasileiros. Os magistrados foram obrigados a tomar uma posição, praticamente legislando, para por fim a desorganização partidária e a falta de ligação entre os eleitos e seus partidos. O que temos visto é o Congresso Nacional mais preocupado com C.P.I’s do que com sua função primordial: fazer leis. Todos ficam esperando a próxima edição da revista Veja para pautar a conduta do Congresso para a semana seguinte. È triste assistir as sessões da C.P.I. Os integrantes tentam faz...

C.P.M.F. II - A REVANCHE.

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Meu ultimo post a favor da C.P.M.F. causou o efeito esperado, recebi diversos e-mails questionando os argumentos. A maior parte dos argumentos contrários repete os pontos veiculados pela “grande mídia”, entidades empresariais e “especialistas em economia”. Volto ao assunto para esclarecer alguns pontos que podem ter ficados obscuros: Sou a favor da C.P.M.F. como tributo que substitua outros mais perversos como o Imposto de Renda e aqueles que incidem sobre a folha de pagamento, onerando o processo produtivo. Sou a favor da manutenção da C.P.M.F. (e o aumento de sua alíquota) substituindo outros encargos. O Professor Marcos Cintra (doutor pela Universidade de Harvard, Vice-Presidente da Fundação Getulio Vargas) em uma entrevista explica que a campanha contra a CPMF apenas reflete uma reação genérica contra a alta carga tributária. Expõe o injusto sistema tributário brasileiro, onde o governo tributa onde é mais fácil: o trabalho de carteira assinada e as empresas organizadas. O professo...

CPMF. A QUEM INTERESSA SEU FIM?

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Este é um assunto espinhoso de se abordar num momento em que o Congresso Nacional está votando a prorrogação deste “provisório” tributo. È muito fácil ser contra. “Todo mundo” é. A grande mídia é contra. Os parlamentares da oposição são contra. As entidades empresariais são contra. Porque este humilde escriba é a favor? Apenas para levar pedradas?. Ser a favor não quer dizer gostar. Eu não gosto de tratamento dentário , nem de exame de próstata, e nem por isso vou sair por aí dizendo que sou contra tal procedimentos. . O maior objetivo deste blog é exatamente o livre-pensar. O pensar independente dos grandes grupos da imprensa, dos interesses políticos e de classes. Não podemos aceitar que somos apenas papagaios repetindo os que os outros pregam. . Eu sou a favor da C.P.M.F. Eu sou contra o Imposto de Renda e outros tributos que oneram tanto o processo produtivo brasileiro, favorecendo a sonegação, o desemprego, a corrupção e recessão econômica. . Todos os demais tributos incidem sobre...

INDEPENDENCIA OU MORTE!

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Comemoramos neste mês de setembro, a libertação do Brasil do jugo colonial português. A independência de uma nação pode ser dividida em 3 etapas: POLÍTICA, ECONÔMICA e SOCIAL. . Com a proclamação em 7 de setembro de 1822 (há 185 anos), nosso país conquistava sua soberania, a independência POLÍTICA. Mas, do ponto vista econômico, o país era totalmente dependente do capital externo (principalmente o inglês) e dependia de monoculturas (café, cana de açúcar, etc). Na parte social, nem precisamos falar, uma vez que a escravidão foi mantida e toda a riqueza estava nas mãos de alguns nobres. . Com quase dois séculos de atraso, conquistamos a segunda independência, a ECONÔMICA: 1) O Brasil atinge US$ 161,5 bilhões de reservas internacionais, o que nos dá fôlego para enfrentar as crises do mercado internacional. 2) Pela primeira vez podemos honrar nossos compromissos sem recorrer ao F.M.I.; 3) o saldo da balança comercial é positivo: US$ 46 bilhões; 4) Somos auto-suficientes na produção dos pri...

APAGÃO DA MÍDIA.

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Esperei alguns dias para comentar sobre a crise aérea (ou “apagão aéreo, como preferem alguns). Mais de 40 dias se passaram do trágico acidente que ceifou cerca de 200 vidas. O comentário naqueles dias poderia estar contaminado pela indignação e sofrimento que o fato causou em todos nós. Mas uma pergunta não quer calar: o chamado “caos aéreo” merece todo o espaço que conseguiu na mídia? Não teríamos outros “apagões” piores? Porque pessoas esperando nos refrigerados salões dos aeroportos chocam mais a mídia conservadora do que pessoas morrendo nas filas dos hospitais e postos de saúde. Milhões de trabalhadores sofrem horas em ponto de ônibus, debaixo de sol e de chuva. Enfrentam ônibus lotados, viajam em pé, amassados, durante horas todos os dias (cadê C.P.I.?). Porque quando um caminhão repleto de trabalhadores (“bóias-frias”) despenca num barranco matando dezenas, não temos uma comoção nacional? Porque o Willian Bonner não transmite o Jornal Nacional da área do acidente? Doeu ver o us...

MEU LIVRO

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Publiquei este livro há dois anos, é muito interessante para jovens profissionais que buscam um lugar no atual mercado de trabalho. Quem quiser adquirir um exemplar, pode entrar em contato comigo no e-mail: walmirerodrigues@ig.com.br

TRIBUTO A JOSUÉ DE CASTRO.

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Todos os anos, a Fundação Banco do Brasil em parceria com a Fundação Assis Chateubriant promove um concurso de redação sobre uma personalidade da historia brasileira, que tenha contribuido para o progresso social do país. No ano de 2004, foi promovido o "10º Prêmio Nacional Assis Chateaubriand/Projeto Memória - Fundação Banco do Brasil", o tema era Josué de Castro, pioneiro no estudo sobre a fome no Brasil e no mundo. Eu participei com a redação abaixo transcrita (não ganhei, mas valeu a pena participar): ************************************************************************************* JOSUÉ DE CASTRO: ALIMENTANDO A LUTA CONTRA A FOME . O homem do século XX, sempre sonhou com um terceiro milênio de paz, harmonia e desenvolvimento tecnológico, mas infelizmente o cenário atual decepcionou o pior dos pessimistas. O século XXI caiu sobre nossas cabeças com todas as mazelas que marcaram o passado, elevadas a uma potencia ainda maior. Políticas neoliberais que geram desemprego ...